Samba sem conservantes nem aditivos. Curtido em madeira nobre, temperado com o perfume sublime do couro. Ao sorvermos este Samba de gole em gole, incensamos nosso espírito que vagueia rumo à felicidade suprema. Bebam, e sejam eternos.



quinta-feira, 7 de maio de 2009

Histórias do samba de São Paulo

Livro Batuqueiros da Paulicéia é lançado em quatro apresentações a partir de hoje no Sesc Pompéia

Francisco Quinteiro Pires

(do jornal O Estadão)


O samba de São Paulo sofre de carência. Ele sente a falta de uma bibliografia. Por ser vítima, sabe bem que, quando o passado depende apenas da transmissão oral, a história corre um risco maior de manipulação. Em Batuqueiros da Paulicéia, André Domingues e Osvaldinho da Cuíca contrariam esse fato ao aliar um "relato afetivo", baseado em memórias, ao material consolidado por estudos fundamentais como O Samba Rural Paulista, do modernista Mário de Andrade.

"Quando conversei com o Osvaldinho para o livro, pensei que ele falaria de grandes artistas e seguiria a trajetória consagrada da MPB", diz o pesquisador André Domingues, de 32 anos. "O que ele me contou são detalhes essenciais resgatados por uma memória cercada pelo afeto." Mesmo narrada em primeira pessoa, a obra não se perde na subjetividade ao falar do samba paulista, "um buraco negro" para os pesquisadores.

As entrevistas com o sambista começaram em 2003. Osvaldinho passava por sessões de quimioterapia para tratar um câncer na garganta. Domingues diz que os excluídos da história oficial gostam de romantizar suas trajetórias - têm a necessidade de elevar seus feitos. Segundo ele, em nenhum momento Osvaldinho da Cuíca, de 69 anos, afirmou ser um dos grandes batuqueiros de São Paulo. "Mesmo se tivesse tentado, eu não deixaria que ele puxasse a sardinha", brinca.

Batuqueiros da Paulicéia (Barcarolla, 216 págs., R$ 34) será lançado em quatro shows no Sesc Pompeia, entre hoje e domingo. Foram chamados músicos que representam diferentes momentos do gênero: Carlão do Peruche, Germano Mathias, Thobias da Vai-Vai, Bebeto, Wandi Doratiotto, Celso Viáfora, Bebeto, Fabiana Cozza, Quinteto em Branco e Preto.

A obra se divide em duas seções - Samba de Rua e Samba Profissional. Ela questiona a ideia, hoje consensual, de que o samba-de-bumbo da cidade de Pirapora do Bom Jesus é a semente do samba paulista. Apesar de ser um balaio que reuniu os diversos ritmos trazidos por romeiros, ele é apenas um dos elementos a formar o gênero.

Para entender o "samba autenticamente paulista", é preciso lançar um olhar múltiplo no tempo e no espaço. O gênero mescla influências do samba rural do século 19, da batucada de trabalhadores braçais no Largo da Banana (hoje região do Memorial da América Latina) e dos engraxates do centro, nas primeiras décadas do século 20.

Os autores lembram a importância do rádio, a partir dos anos 1920, na transmissão do samba carioca. A obra aborda o carnaval paulista, marcado pela solidariedade e intrigas. Começando pela marcha sambada dos cordões, ele ressalta a oficialização do carnaval em 1968 como o ponto em que o gênero perde suas particularidades, assemelhando-se ao carioca. O bumbo era substituído pelo repinique e o tamborim, instrumentos que aceleraram o andamento. Em 1972, com o fim dos cordões, acabou o samba autenticamente paulista, segundo Osvaldinho. "Hoje ele não existe mais", diz. "O samba tem uma forma única, que é a carioca."

Sem lamentar as perdas do passado, Batuqueiros da Paulicéia fala das transformações do gênero. Aborda o fenômeno do samba-rock nas boates da capital, a vanguarda paulistana e o pagode romântico dos anos 1990, que, para Osvaldinho, provocou o surgimento de grupos preocupados com o "samba de raiz". A rejeição ao novo contraria a essência de São Paulo que é a mesma do samba: o poder de incorporar a diversidade.


Serviço

Osvaldinho da Cuíca. Sesc Pompeia. Choperia (800 lug.). R. Clélia, 93, 3871- 7700. dias 7 de maio (5.ª) e 9 de maio (sáb.), 21 h; 10 de maio (dom.), 18h30.

Ingressos: R$ 16


Depoimentos


"Tenho admiração profunda por Osvaldinho, um antropólogo do samba paulista. Ele é importante por atuar em três frentes: como compositor, percussionista e pesquisador. É autor de grandes sambas, tocou com muita gente e faz o resgate das memórias do samba, sobretudo o rural. Ele viveu as várias fases de transformação do gênero."

Celso Viáfora

Cantor e Compositor


"Ligado historicamente à escola de samba Vai-Vai, Osvaldinho é um grande ritmista, educador, pesquisador. Batuqueiros da Paulicéia é muito importante, porque somos carentes de uma bibliografia sobre o samba paulista, desde as suas origens. Ele é uma autoridade no assunto. Conheceu as personalidades que ergueram o gênero."

Fabiana Cozza

Cantora


"Conheço o Osvaldinho há muito tempo, ele participou de vários programas Bem Brasil. É uma figura admirável. Ele é a história do samba paulista por ter convivido com gente como Geraldo Filme, Talismã, Zeca da Casa Verde e Toniquinho Batuqueiro. Conhece muito o samba rural, e não tem preconceito com as novas vertentes."

Wandi Doratiotto

Músico e apresentador

quarta-feira, 15 de abril de 2009

SAMBA DE BOTEQUIM

Amigos de todas as fontes geradoras de Cachaça, digo, Alambiques.
Prestem bem atenção no título deste artigo!
SAMBA DE BOTEQUIM.
Pois bem, nada mais apropriado para este Alambique do que um título assim. Trata-se da criação de um MESTRE CACHACEIRO que se foi de Sampa para a Boa Terra topando criar suas cachaças e servir àquele povo maravilhoso que merece e muito. E este povo mal acostumado com coisas boas, Ederaldo Gentil, Edil Pacheco, Batatinha, Panela, Riachão, Roque Ferreira, Ione Papas, Mariene de Castro, Walmir Lima, tem agora Pedrão e o seu Samba de Botequim , Garrafa da Safra Reserva Especial de 2008 enviado para meu deleite, alegria e honra por Daniela Amoroso, amiga deste Alambique. A Daniela inclusive participa da Pancadaria batendo Pandeiro e Ganzá.
Gosto de dizer e escrever uma frase que já está se tornando um chavão, " Fico feliz, contente e confiante neste Bem Infindo. Todos os dias aparecem pérolas no nosso samba, sustento por todo o sempre". Parabéns Pedrão, Dani e a todo esse pessoal e muito obrigado por este porre.


Na Radio Samba de Alambique o Samba do Botequim do Pedrão já pode ser ouvido e para os Alambiqueiros aqui vai o contato com o Pedrão para que possam adquirir esta Garrafa que é da Boa, da Pura

pedrabib@ig.com.br

Mas enquanto isso , apreciem aqui mesmo neste balcão algumas cachaças da minha garrafa destampada.




TENDA DE BABALAÔ





SAMBA NO TERREIRO





QUEBRA MAR





LÁGRIMA DE UM POETA

Tenham vida longa meus camaradas

quinta-feira, 26 de março de 2009

A QUEM INTERESSAR

Desagravo para Ary Marcos

"Flechas sorrateiras
cheias de veneno
querem atingir o meu coração.
Mas o meu amor
sempre tão sereno
serve de escudo pra qualquer ingratidão..."
(Paulinho da Viola)

"Tem nêgo querendo me gozar
E logo pra riba de moi
E é por isso que não tem colher de chá
(não dou)
Nem vem na cola
Que se entrar de sola
Vai dançar"
(Baden Powell / Paulo Cesar Pinheiro)

"Meu samba é casa de marimbondo
Tem sempre enxame pra quem mexer"
"João Bosco / Aldir Blanc)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

HORA EXTRA DO SAMBA NO ESCRITÓRIO

Trabalhadores do setor butequeiro e sambístico, cabe informar que neste sábado ( 07/02 )haverá horário extraordinário No ESCRITÓRIO e o pessoal do NÚCLEO DE SAMBA JEQUITIBÁ , vai suar a camisa para plantar o imenso Jequitibá na sala do Chefe. Para tornar o trabalho mais aprazível a rapaziada promete durante a labuta, entoar sambas de Terreiro e Partido Alto para que o Patrão Benê e seus convidados deliciem-se com suculentas feijoadas e goles intermináveis de caipirinhas, ouvindo pérolas do nosso samba, obras de mestres como Alvaiade, Candeia, Xangô, Anescar, Chico Santana, Noel Rosa de Oliveira, Ary Guarda, Manacéa, Monarco, Aniceto, Jair do Cavaco Campolino, Bide, Padeirinho , Marçal, Cartola , além de composições desses trabalhadores do Samba.
O chefe desses operários , o Sr. Zé Paulo, avisa que o início do expediente previsto para 14:00 hs não tem hora marcada para acabar e que poderá ser prolongado de acôrdo com a vontade do Patrão Benê e do Chefe do Escritório , O Sr. Reinaldo, e informa também a seus comandados que excepcionalmente neste dia a cerveja está liberada para ser sorvida durante o serviço . Grande e Sábio Chefe esse Zé Paulo

SERVIÇO:

BAR ESCRITÓRIO DO SAMBA
Rua Júlio de Castilhos,1110 esquina com Rua Fernandes Vieira - Belém ( A duas quadras da Estação do Metrô Belém)
Data : 07/02/09
Início:14:00 hs
fone para reservas: 2692-2196

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A COZINHA E O ALAMBIQUE

A COZINHA DE MÃE ROSA
Receita Literária

Por Lívia Santana e Conrad Rose.

Mãe Rosa acordou ainda mais cedo que de costume naquele domingo, afinal a filha ligara na noite anterior anunciando que chegaria pro almoço. Abriu as janelas e contemplou sorrindo o céu em muda e singela prece em agradecimento – a saudade andava apertada, há dias esperava que eles viessem. Alegre, tocou pra cozinha, colocando – de imediato – a água a esquentar na chaleira enquanto catava cuidadosamente o feijão preto. Tendo subido a fervura, regozijou-se com o aroma de café recém-passado e serviu-se de uma xícara, estalando a língua – o melhor jeito de começar o dia.
Catado o feijão, colocou-o no fogo em panela de pressão e foi ao quintal escolher ervas e hortaliças frescas. Trouxe manjericão roxo, alecrim, cheiro verde, couve-manteiga e pimenta bode – pra “dar um gosto”. O som de palmas no portão a deixou intrigada:
– Quem seria assim tão cedo?
Foi abrir, enxugando as mãos no avental e deu de cara com o rosto redondo e rubicundo de Seu Onofre, que pelo jeito madrugara e vinha trazer-lhe a encomenda da véspera – dois quilos de belas costeletas suínas.
De fato era muito cedo até mesmo pra abrir o açougue, mas por um sorriso de Mãe Rosa Seu Onofre se desdobrava, movia mundos e fundos. Eram vizinhos e amigos há muitos anos e, sobrevindo a viuvez dela, arvorou-se guardião dedicado e incansável. Ninguém ignorava o carinho e a esperança nutridos pelo bom homem em relação à enérgica matrona, sequer ela mesma, embora não encorajasse nenhuma liberdade e reagisse aos mimos com placidez inexpugnável.
Agradeceu a presteza e convidou-o a voltar no fim da tarde prum café com bolo, o que foi aceito com alegria. Levou em seguida as costeletas pra cozinha, lavou-as e colocou-as numa tigela, onde espremeu quatro suculentos limões, picou seis dentes de alho, cebola, pimenta verde, alecrim e manjericão frescos e um punhado de sal – cozinheira experiente que era não lidava com receitas, sabia medir a quantidade certa pelo olho, quase como um sentido extra.
O silvo da panela de pressão enchia o ar e logo o feijão estaria no ponto. Mãe Rosa foi novamente ao quintal, desta vez a fim de pegar lenha pro fogão – seu xodó. Por mais que a filha risse e argumentasse que o fogão a gás novinho com seis bocas que lhe dera de presente era suficiente até mesmo pros almoços caprichados que a mãe gostava de fazer, ela teimava. Insistia que o fogão a lenha dava um sabor todo especial à comida e fazia raras concessões ao fogão a gás, que dizia não conter um décimo da graça do outro.
Pra Mãe Rosa cozinhar era um gosto muito mais complexo do que um observador casual poderia perceber. Cada textura, paladar e cheiro tinham o condão de lembrá-la de pessoas, de passagens da vida e até da própria infância. Traziam-lhe de volta os filhos pequenos rindo em seus folguedos infantis ali mesmo naquela cozinha, o falecido marido beijando-lhe carinhosamente a face antes de sair pro trabalho, o irmão roubando balas de coco antes da hora no aniversário de dez anos. Entre os temperos e legumes, revia a mãe cozinhando compenetrada envolta na saia de gorgorão amarelo de que gostava tanto, rememorava vozes, frases soltas, melodias, sensações, sentimentos. Quando cozinhava nunca estava sozinha, pois todos os seus vinham fazer-lhe companhia.
Ateou o fogo à lenha e consultou o relógio a fim de saber se o horário já permitia um disco na vitrola – outra mania de Mãe Rosa, que não se rendia aos tais discos compactos, permanecendo fiel ao LP. Escolheu um dentre centenas: Orlando Silva, e seguiu cantarolando de volta à cozinha. Retirou a panela de pressão do fogo, pois soube pelo cheiro que bastava de cozimento. Socou meia cebola e três dentes de alho no pilão de madeira e, com duas folhas de louro e sal a gosto temperou o feijão. Da parede sacou toucinho e fritou-o em tiras na própria banha, fazendo inveja às redondezas – que anteviam as visitas de Mãe Rosa e ansiavam pelas quermesses.
Cozinhou arroz branco soltinho como a filha preferia, temperando com sal, alho passado pelo espremedor e um quarto de cebola ralada. Lavou e descascou batatas, picou tomates, abóbora e cheiro verde. Degustou mais um gole de café preto enquanto cantarolava seresta. Misturou dois copos de fubá a dois de açúcar, dois de leite, três quartos do mesmo de óleo de soja e uma pitada de sal. Levou ao fogo, cozinhando até formar um mingau e largou pra esfriar.
Quando a filha chamou ao telefone – como sempre fazia – a perguntar-lhe se necessitava algo, embora crescesse sabendo do esmero que Mãe Rosa tinha com sua cozinha, esta já dispusera as costeletas num tabuleiro grande tampado com papel alumínio pra abafar e levara a assar no forno a lenha. Em seguida, picou a couve bem fininha feito cabelo de anjo, refogou a abóbora em pedaços, escorreu e reservou o caldo do feijão pra virá-lo na farinha branca logo depois. Antes, porém, mergulhou as batatas salgadas e cortadas em tiras no óleo já quente, afinal viriam os netos.
Que chegaram primeiro, berrando e voando-lhe ao pescoço, munidos de um punhado de novidades. Mãe Rosa parou o mundo para receber os seus com palavras doces, afagos únicos e emoção sem par.
Das parreiras do seu Onofre, a título de presente, tinham vindo o tinto seco e o suco – do garrafão para a jarra e então para a mesa. Colocando a conversa em dia, Mãe Rosa misturou quatro gemas e uma pitada generosa de fermento químico em pó ao mingau já frio. Bateu as claras em neve e juntou à mistura sem bater, levando ao forno – do fogão a gás, pois o de lenha ainda demoraria a desocupar – durante uns trinta minutos, para depois polvilhar canela e açúcar de confeiteiro.
A filha compunha a mesa à medida que Mãe Rosa servia. Virado de feijão com torresmo, couve e abóbora refogadas, arroz branco, salada de tomates, batatas fritas e costeletas de porco. Tudo acompanhado por pimenta em conserva caseira, azeite de oliva, água potável e suco de uva para crianças e adultos. Na vitrola Villa-Lobos embalava a festiva refeição, com Trenzinho Caipira.
Enquanto o bolo cheirava e o caldo de feijão aguardava para esquentá-los de noite, Mãe Rosa observava satisfeita e orgulhosa a família se regalar. A seus olhos estavam todos lá de novo, falantes e sorridentes, inclusive os que já se tinham ido, tornando a reunião ainda mais especial.

Cozinheiros e Mestres cachaceiros
Lívia Santana -
livia.santana@gmail.com
Conrad Rose - conradrose@hotmail.com

E aqui vai mais uma receita destes Mestres Cachaceiros, agora em forma sonora.
É uma receita de Muqueca de Siri



quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

QUANDO UMA DEUSA DESCE DOS CÉUS

Taberneiros, Mestres Cachaceiros, Alambiqueiros e todos os sambistas mortais, por favor fiquem a postos com corações e mentes afim de sorvermos uma DELICADA essência vinda esta deusa e musa chegada dos céus para nos brindar com sua graça e formosura.
Desculpe o pouco exagêro mas pode-se conferir o que digo nesta quinta e sexta-feira, dias de Graça, dias que TERESA CRISTINA E O GRUPO SEMENTE nos deixarão extasiados e mais felizes por saber que todo dia podemos ouvir coisas enternecedoras. Não quero alongar porque não vou me controlar e podem achar e dizer que sou um fã apaixonado né meus camaradinhas?

Nos vemos lá no Olimpo .


SESC SANTANA

QUINTA E SEXTA (21 e22/01) 21:00hs

Enquanto isso inebriem-se com este néctar

e com mais este

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

DESTAMPANDO A GARRAFA NO ANHANGUERA

Amigos de todas as Tabernas, Botecos e Copos, foi numa sexta-feira no solo sagrado do samba do Anhanguera, terreiro que já foi honrado por Wilson Moreira, Tantinho da Mangueira, Gisa Nogueira, Noca da Portela, Ivan Milanez, João Borba, Velha Guarda da Nene de Vila Matilde, Danusa do Peruche, D.Inah entre tantos outros Mestres que o Terra Brasileira semeou o Nucleo do Samba Jequitibá, rapaziada que a partir de agora irá destampar todas as garrafas com autêntico Samba de Terreiro. Mestre Candeia que havia reservado seu canto no balcão principal do alambique para se deleitar com os sambas daquela garotada, fez neste dia sua benção pela homenagem recebida. Outros mestres que também foram reverenciados, mestres dessa e de outras plagas, deram sua benção igualmente. Para os próximas destampamentos de garrafa, recomendamos chegar cedo para se acotovelar no balcão dessa imensa roda.
É importante dizer também, que meu camarada Favela foi quem concedeu esta honra nesse dia para que os meninos pudessem beber esta, de Safra Especial. Glórias ao Samba, Salve Ele


RELEMBRANDO
Foi no dia 05/12/2008
No Anhanguera Clube

Dia Histórico